Uma antiga tradição rabínica acredita que por meio de Adão Deus povoou originalmente o mundo com uma só pessoa pelo menos por duas razões. A primeira é para que ninguém diga ao seu próximo “O meu pai é mais que o teu pai”, uma vez que todos os seres humanos descendem do mesmo pai. A outra é para ensinar que quem quer que destrua uma vida é considerado como se tivesse destruído o mundo inteiro, e quem quer que salve uma vida é considerado como se tivesse salvado o mundo inteiro. Foi seguindo essa tradição que Jesus declarou que assim como César cunhou sua imagem nas moedas, Deus gravou sua imagem na raça humana, de modo que a vida humana pertence a Deus, seu valor está baseado na origem divina, todas as vidas humanas têm o mesmo valor, e que a vida humana é de valor incomparável, pois apenas uma vida vale mais do que o mundo inteiro. Dessas afirmações derivam as noções da dignidade humana e dos direitos de todo e qualquer ser humano.
esse trecho foi extraído do site: http://forumcristaoprofissionais.com/2010/10/08/a-nacao-o-estado-e-a-religiao/
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
A Verdadeira Interpretação - só com o Messias
O Senhor, o seu Deus levantará do meio dos seus próprios irmãos um profeta como eu; ouçam-no – Deuteronômio 18.15.
Quem foi Moises, se não o homem que estruturou Israel? Tanto as leis civis como as religiosas foram dadas por intermédio dele. Esta passagem se refere claramente ao Messias, e os judeus assim a interpretavam. Para o judeu, a lei tinha duas faces. A primeira era a lei escrita; a outra era a Lei, o espírito e o sentido exato dela que era transcendente. Era algo parecido com “o mundo das idéias” de Platão mas era somente para a Lei. A expectativa para a chegada do messias era também para revelar este caráter da Lei.
É por isso que em João 4, na conversa com a mulher samaritana, no verso 25 a mulher diz “eu sei que o Messias (chamado Cristo) está para vir. Quando ele vier, explicará tudo para nós”. Nos versos anteriores a este versículo, eles estão conversando justamente sobre um assunto religioso (o lugar ideal para se adorar), Jesus diz que o lugar geográfico não importa mais, mas sim a maneira (em espírito e em verdade). Então a mulher diz “eu sei que o messias está para vir, quando ele vier, explicará tudo para nós”. Era algo como: a gente discutindo aqui não vai levar a lugar nenhum porque de qualquer jeito, só o messias sabe exatamente o que a Lei diz, vamos falar de outra coisa enquanto ele não vem. Então Jesus diz “eu sou o Messias!” (verso 26), e o que acabei de falar sobre o lugar da adoração é o sentido da Lei.
Já em Mateus 17, na transfiguração, a fala do Pai é uma referencia à DT 18.21. Pedro propõem que se faça uma tenda para os personagens que aparecem (Moises, Elias e Jesus glorificado) e no verso 5 uma voz diz “este é o meu filho amado em quem me agrado. Ouçam-no!”. Claro que para qualquer judeu que cresceu aprendendo a lei e estava bem familiarizado com o livro de Deuteronômio, essa fala lembra: “O Senhor, o seu Deus levantará do meio dos seus próprios irmãos um profeta como eu; ouçam-no”. Esta é uma ratificação tão clara, transparente, específica e objetiva que o próprio Jesus temeu que os judeus a ouvissem antes de sua crucificação (“não contem a ninguém o que vocês viram, até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”) v. 9. Pois se este fato fosse conhecido pelo povo, o ungiriam rei custe o que custar e certamente não permitiriam a sua crucificação.
E para finalizar, o messias dando o sentido da Lei, está dentro de um discurso (não apenas lá) que chamamos de Sermão do Monte. Como Mateus escreveu para judeus, ele colocou essa coletânea de ensinos de Jesus agrupados. No sermão do monte temos: “ouvistes o que foi dito, eu porem vos digo”. Antes de cada nova interpretação da Lei, que a abrange muito mais. Claro que quer judeu lendo isso somada às profecias cumpridas em Jesus e a afirmação de Mateus 17, será persuadido a aceitar que Jesus é o messias, o profeta profetizado por Moisés em Deuteronômio 18. Pois Moises estruturou o povo de Deus, e disse que viria um profeta igual a ele e que deveria ser ouvido, no sermão do monte, e durante seu ministério, Jesus reestrutura o povo de Deus, não etnocentricamente, mas universalmente. Em Jesus os filhos de Abraão, não são apenas os descendentes de Abraão (MT 3.9) mas qualquer um em qualquer lugar que “mostre frutos de arrependimento” v.8.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Religião e Cidadania
Ed René Kivitz
Igreja não vota. Igreja não faz aliança política. Igreja não apoia candidato. Igreja não se envolve com política partidária. Há pelo menos cinco razões para este posicionamento.
Primeira: o Estado é laico. Igreja e Estado são instituições distintas e autônomas entre si. É inadmissível que, em nome da religião, os cidadãos livres sofram pressões ideológicas. Assim como é deplorável que os religiosos livres sofram pressões ideológicas perpetradas pelo Estado. É incoerente que um Estado de Direito tenha feriados santos, expressões religiosas gravadas em suas cédulas de dinheiro, espaços e recursos públicos loteados entre segmentos religiosos institucionais. É uma vergonha que líderes espirituais emprestem sua credibilidade em questão de fé para servir aos interesses efêmeros e dúbios (em termos de postulados ideológicos e valores morais) da política eleitoral ou eleitoreira.
Segunda: o voto é uma prerrogativa do cidadão. Assim como os clubes de futebol, as organizações não governamentais, as entidades de classe, as associações culturais e as instituições filantrópicas não votam, também a igreja não vota. Quem vota é o cidadão. O cidadão pode ser influenciado, melhor seria, educado, por todos os segmentos organizados da sociedade civil, inclusive a igreja. Mas quem vota é o cidadão.
Terceira: a igreja é um espaço democrático. A igreja é lugar para todos os cidadãos, independentemente de raça, sexo, classe social e, no caso, opção política. A igreja é lugar do vereador de um lado, do deputado de outro lado, e do senador que não sabe de que lado está. A igreja que abraça uma candidatura específica ou faz uma aliança partidária, direta e indiretamente rejeita e marginaliza aqueles dentre seu rebanho que fizeram opções diferentes.
Quarta: a igreja não tem autoridade histórica para se envolver em política. Na verdade, não se trata apenas de uma questão a respeito da igreja cristã, mas de toda e qualquer expressão religiosa institucional. A mistura entre política e religião é responsável pelos maiores males da história da humanidade. Os católicos na Península Ibérica e em toda a Europa Ocidental. Os protestantes na Índia. Os católicos e os protestantes na Irlanda. Os judeus no Oriente Médio. Os islâmicos na Europa e na América. Todos estes cometeram o pior dos crimes: matar em nome de Deus. Saramago disse com propriedade que “as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana”.
Quinta: o papel social da igreja é profético. Quando o governo acerta a igreja aplaude. Quando o governo erra a igreja denuncia. Quando a autoridade civil cumpre seu papel institucional a igreja acata. Quando a autoridade civil trai seu papel institucional a igreja se rebela. A igreja não está do lado do governo, nem da oposição. A igreja está do lado da justiça.
Todo cristão é também cidadão. Todo cristão deve exercer sua cidadania à luz dos valores do reino de Deus e do melhor e máximo possível da ética cristã, somando forças em todos os processos solidários, e engajado em todos os movimentos de justiça.
Comparecer às urnas é um ato intransferível de cidadania, um direito inalienável que custou caro às gerações do passado recente do Brasil, e uma oportunidade de cooperar, ainda que de maneira mínima, na construção de uma sociedade livre, justa e pacífica.
Igreja não vota. Igreja não faz aliança política. Igreja não apoia candidato. Igreja não se envolve com política partidária. Há pelo menos cinco razões para este posicionamento.
Primeira: o Estado é laico. Igreja e Estado são instituições distintas e autônomas entre si. É inadmissível que, em nome da religião, os cidadãos livres sofram pressões ideológicas. Assim como é deplorável que os religiosos livres sofram pressões ideológicas perpetradas pelo Estado. É incoerente que um Estado de Direito tenha feriados santos, expressões religiosas gravadas em suas cédulas de dinheiro, espaços e recursos públicos loteados entre segmentos religiosos institucionais. É uma vergonha que líderes espirituais emprestem sua credibilidade em questão de fé para servir aos interesses efêmeros e dúbios (em termos de postulados ideológicos e valores morais) da política eleitoral ou eleitoreira.
Segunda: o voto é uma prerrogativa do cidadão. Assim como os clubes de futebol, as organizações não governamentais, as entidades de classe, as associações culturais e as instituições filantrópicas não votam, também a igreja não vota. Quem vota é o cidadão. O cidadão pode ser influenciado, melhor seria, educado, por todos os segmentos organizados da sociedade civil, inclusive a igreja. Mas quem vota é o cidadão.
Terceira: a igreja é um espaço democrático. A igreja é lugar para todos os cidadãos, independentemente de raça, sexo, classe social e, no caso, opção política. A igreja é lugar do vereador de um lado, do deputado de outro lado, e do senador que não sabe de que lado está. A igreja que abraça uma candidatura específica ou faz uma aliança partidária, direta e indiretamente rejeita e marginaliza aqueles dentre seu rebanho que fizeram opções diferentes.
Quarta: a igreja não tem autoridade histórica para se envolver em política. Na verdade, não se trata apenas de uma questão a respeito da igreja cristã, mas de toda e qualquer expressão religiosa institucional. A mistura entre política e religião é responsável pelos maiores males da história da humanidade. Os católicos na Península Ibérica e em toda a Europa Ocidental. Os protestantes na Índia. Os católicos e os protestantes na Irlanda. Os judeus no Oriente Médio. Os islâmicos na Europa e na América. Todos estes cometeram o pior dos crimes: matar em nome de Deus. Saramago disse com propriedade que “as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana”.
Quinta: o papel social da igreja é profético. Quando o governo acerta a igreja aplaude. Quando o governo erra a igreja denuncia. Quando a autoridade civil cumpre seu papel institucional a igreja acata. Quando a autoridade civil trai seu papel institucional a igreja se rebela. A igreja não está do lado do governo, nem da oposição. A igreja está do lado da justiça.
Todo cristão é também cidadão. Todo cristão deve exercer sua cidadania à luz dos valores do reino de Deus e do melhor e máximo possível da ética cristã, somando forças em todos os processos solidários, e engajado em todos os movimentos de justiça.
Comparecer às urnas é um ato intransferível de cidadania, um direito inalienável que custou caro às gerações do passado recente do Brasil, e uma oportunidade de cooperar, ainda que de maneira mínima, na construção de uma sociedade livre, justa e pacífica.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
vitória em Cristo
um texto de Lutero, extraído do site: http://www.luteranos.com.br/categories/Servi%E7os--%252d-IECLB/Recursos/Mensagens/Mensagens-de-Martim-Lutero/
"Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo". (1 Coríntios 15.57)
Nesse ponto, o cristão deve aprender a assimilar e fazer uso do evangelho, de sorte que, no momento em que se inicia a luta, ou seja, quando a lei o ataca e o quer acusar, e quando sua própria consciência lhe diz: "Você faz isso e aquilo; você é um pecador e merece a morte", etc., ele responda tranqüilamente: "Sim, infelizmente isso é verdade; sou um pecador e certamente mereço a morte. Nisso você tem razão. Agora, querer condenar e matar-me por causa disso, isso você não vai conseguir. Pois existe alguém que vai impedi-lo, e esse chama-se meu Senhor Jesus Cristo a quem, embora fosse inocente, você acusou e matou. Agora, você sabe muito bem que investiu contra ele e acabou queimando as mãos e, com isso, perdeu todo o seu direito sobre mim e todos os cristãos. Pois ele levou sobre si e venceu o pecado e a morte que não eram dele e, sim, meus. Por isso, você não pode fazer queixa nenhuma contra mim e não lhe dou direito algum sobre mim; pelo contrário, eu é que tenho direito sobre você, pois quer atacar-me sem motivo, você que já foi condenada e subjugada por Cristo para que não pudesse me tentar e acusar. Pois deixei de ser aquele homem a quem você procura como um simples filho de homem; agora sou filho de Deus. Pois fui batizado em seu sangue e na sua vitória, e revestido de todas as suas bênçãos.
Veja: assim os cristãos devem armar-se com essa vitória de Cristo e com ela rechaçar o diabo.
"Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo". (1 Coríntios 15.57)
Nesse ponto, o cristão deve aprender a assimilar e fazer uso do evangelho, de sorte que, no momento em que se inicia a luta, ou seja, quando a lei o ataca e o quer acusar, e quando sua própria consciência lhe diz: "Você faz isso e aquilo; você é um pecador e merece a morte", etc., ele responda tranqüilamente: "Sim, infelizmente isso é verdade; sou um pecador e certamente mereço a morte. Nisso você tem razão. Agora, querer condenar e matar-me por causa disso, isso você não vai conseguir. Pois existe alguém que vai impedi-lo, e esse chama-se meu Senhor Jesus Cristo a quem, embora fosse inocente, você acusou e matou. Agora, você sabe muito bem que investiu contra ele e acabou queimando as mãos e, com isso, perdeu todo o seu direito sobre mim e todos os cristãos. Pois ele levou sobre si e venceu o pecado e a morte que não eram dele e, sim, meus. Por isso, você não pode fazer queixa nenhuma contra mim e não lhe dou direito algum sobre mim; pelo contrário, eu é que tenho direito sobre você, pois quer atacar-me sem motivo, você que já foi condenada e subjugada por Cristo para que não pudesse me tentar e acusar. Pois deixei de ser aquele homem a quem você procura como um simples filho de homem; agora sou filho de Deus. Pois fui batizado em seu sangue e na sua vitória, e revestido de todas as suas bênçãos.
Veja: assim os cristãos devem armar-se com essa vitória de Cristo e com ela rechaçar o diabo.
análise de um louvor
“o meu Deus
Nunca falhará
E sei que chegará minha vez
Minha sorte ele mudará
Diante dos meus olhos”
O meu Deus nunca falhará - ultimamente, tem-se falado sobre a onipotência divina e seus demais atributos incomunicáveis de maneira a nos beneficiar (já que não temos tais atributos). Desejamos poder, e, quando não o podemos ter, queremos manipulá-lo ao nosso favor (mesmo que para isso tenhamos que “paparicar” Deus).
E sei que chegará minha vez – ou seja, existe uma imensa fila, cujo Deus é o balconista e essa fila tem várias pessoas aguardando chegar a sua vez, mas para que? Para que Deus mude a sua sorte. Ou seja, Deus ainda não está agindo na sua vida, ele só age na vida de quem já chegou ao atendente, de quem esperou no seu lugar na fila e chegou a vez. E quando Deus age, ele muda a sorte, isto é, ele realiza ou concretiza os planos da pessoa de quem chegou a vez.
Por exemplo, alguém que espera casar, de acordo com a musica, deve esperar para que Deus mude a sua sorte ou situação. Outro exemplo é o de alguém que está desempregado, de acordo com a musica, ele deve aguardar na fila para que sua sorte ou situação seja mudada.
Esse trecho está falando sobre os nossos planos ou sonhos que parecem não se realizar, e que com a intervenção divina serão realizados “diante dos meus olhos”. A minha sorte, é muito individual, é a minha sorte, a minha situação atual que Deus mudará. Isto cria em nós uma fé triunfalista que aguarda benefícios pessoais que correspondem à expectativa individual. Essa musica, apesar de ser vaga ao se referir a sonhos, deixa implícito que não se trata da volta de Cristo ou evangelização mundial ou mesmo acabar com a desigualdade social. Se trata de algo meu e que somente eu e no máximo, as pessoas que amo serão beneficiadas.
Mas algum de vocês dirá: acaso Deus não deseja a felicidade dos seus filhos? Ao que eu repondo que sim! Mas Deus não quer que nossa felicidade esteja fundada, alicerçada em coisas materiais ou situações que nos beneficiam ou dão prazer. Até porque esse tipo de felicidade é muito frágil. Se a felicidade está baseada em situações, situações mudam e nossa felicidade vai embora. Mas, se nossa felicidade está apoiada em Deus, não no Seu poder ou benção, mas em Deus, que é o Pai das luzes em quem não há sombra de variação, a nossa felicidade não será inconstante, mas constante (não confunda felicidade com prazer).
Vamos à bíblia! O apóstolo Paulo. Claro que Deus mudou a sorte dele, para pior! (do ponto de vista material) Antes dele se encontrar com o Cristo ressurreto, ele tinha uma posição social destacada e um futuro brilhante como fariseu. Após o encontro, sofre perseguição, apanha, sofre naufrágio é apedrejado e foi assassinado como bandido. Se Paulo tivesse a mesma mentalidade do autor da musica, ele clamaria contra os céus e diria: quando a minha vez chegará? Mas Paulo tinha sua felicidade em Deus, de modo a dizer que se alegra em ficar preso, porque com ele preso, as pessoas anunciam a Cristo mais destemidamente (fp 1.12-18)
A felicidade de Paulo, e de todas as pessoas que aprendem a andar com Deus está apoiada no próprio Deus. Foi o que Paulo disse em Filipenses 4. “sei viver com muito ou com pouco” por quê? Porque quando você tem um relacionamento profundo com Deus, as demais coisas (mesmo as essenciais) da vida deixam de ser o tema, o principal e passam a ser um apêndice.
Falando sobre os sonhos, existe até um extremo de dizer que “os sonhos que Deus plantou em você vão se realizar!”. Mas quem te falou que foi Deus que te deu o sonho por um emprego melhor? Ou um casamento? Essa idéia de instrumentalizar Deus para atingirmos os nossos propósitos é muito fútil! Isso é bruxaria, feitiçaria! Porque a bruxaria é uma manipulação das forças espirituais. O cristianismo não é uma tentativa de manipular Deus, é ao contrario, uma submissão nossa à Deus e Sua vontade, e não o contrario.
“Deus nunca falhará”, a bíblia diz que “aquele que começou a boa obra em vocês, terminará até o dia de Cristo”. Pergunta: qual boa obra? O ajudar a montar seu império empresarial ou construir o caráter de Cristo em você? O Espírito Santo habita em você para realizar os seus sonhos ou para o restaurar por meio de um processo que dura toda a vida, a santificação? E se o sonho de Deus para você ou seu filho é torná-lo um missionário que vá pregar na china e seja preso, espancado e morto pelo evangelho?
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