terça-feira, 23 de agosto de 2011

O mal é concepção filosófica?



O pecado já foi chamado de a doutrina mais emírica do cristianismo, porque é algo com a qual nos deparamos todos os dias. O mal existe e está presente nos quatro cantos do planeta, na verdade, onde há sociedade humana, há o mal: injustiça, violencia, cobiça, etc.
Ao contrário do que alguns psicólogos dizem, o ser humano não aprende a ser mal na sociedade; isto é algo que faz parte dele em sua estrutura ontológica. Se um dia levássemos um recém-nascido para algum lugar onde não existe o mal, tão logo ele crescesse, tendo acesso apenas a referenciais de justiça e bondade, ele se tornaria um malvado e contaminaria tal lugar.
Não podemos ser ingênuos a tratar de algo que mesmo as religiões pagãs se esforçam para explicar. De alguma maneira, todos nós, mesmo as pessoas que nunca tiveram acesso à revelação escrita de Deus, sabem que existe algo errado conosco, com este planeta, de alguma forma, conseguimos identificar a imperfeição que preenche cada partícula desta realidade na qual vivemos.
O mal não é uma concepção filosófica, não é abstrato como um pensamento ou uma teoria que recentemente ou antigamente surgiu, foi criada; a maldade é bem real e nos deparamos com ela todos os dias: através dos veículos de informação, nas pessoas com as quais convivemos e também em nós mesmos.

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